Budapeste cria leis contra Airbnb e similares, para barrar a alta dos preços dos imóveis.

aerial photography of the city

Ainda sem leis para regulamentar a prática, hoje, a capital húngara conta com mais de 10.000 apartamentos cadastrados somente no Airbnb, numero maior do que qualquer outra grande cidade européia. Agora, o governo vai seguir a tendência de cidades como Paris, Berlim, Amsterdã e Madri, impondo condições mais rígidas a esses aluguéis, à medida que os moradores lutam para recuperar os bairros urbanos dos turistas.

A popularização de companhias aéreas de baixo custo, como Ryanair, Easyjet e a própria companhia Húngara Wizzair, fez com que Budapeste se tornasse a cidade favorita para viagens de fim de semana de toda a Europa. O boom tornou os aluguéis de curto prazo (Airbnb) tão lucrativos que edifícios residenciais inteiros se transformaram em mini-hotéis no centro da cidade.

“Precisamos de uma regulamentação abrangente, seguindo o exemplo de Amsterdã, Berlim ou Londres, que limite o período em que apartamentos inteiros podem funcionar como hotéis”, disse o prefeito de Budapeste, Gergely Karacsony. Ele disse que os aluguéis no centro da capital agora estão “fora de alcance, mesmo para uma família de classe média”.

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